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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Carlsberg Cup: 1ª mão da 4ª Eliminatória

Mais uma eliminatória, mais umas surpresas e mais maus jogos por parte das equipas claramente favoritas, Sporting perdeu em casa com o Fátima por 2 a 1, Benfica empatou com o V. Setúbal, 1 a 1 na luz, a U. Leiria perdeu em Penafiel com a equipa local por 3 a 1 e finalmente o Portimonense ganhou ao Beira-Mar por 1 a 0 no Algarve.

O Sporting e o Benfica continuam a jogar mal e a desiludir os seus adeptos, Camanho voltou a insistir na Rotatividade dos jogadores e Paulo Bento pela 1ª vez fez o mesmo.

 

Trocando praticamente toda a equipa, no Sporting os titulares sobreviventes no 11 escolhido por Paulo Bento foram: Abel, Tonel e Liedson, Izmailov e Purovic que têm alternado a titularidade com o banco dos suplentes também jogaram de início, de resto foram jogadores que praticamente não jogaram tal como Marian Had, Celsinho, Paredes, Gladstone.

 

No Benfica, Camacho mantinha da equipa titular, Quim, Luisão, Katsouranis, Binya e Di Maria, Luís Filipe que começou a época a titular e que depois perdeu-a para Nelson também jogou de início, de resto foram jogadores que praticamente não jogaram tal como Zoro, Bergessio, Miguelito e Fábio Coentrão.

 

Ambas as equipas jogaram mal, com pouca movimentação dos jogadores e a praticamente não criarem ocasiões de perigo, junto das balizas adversárias. Então ao intervalo já se verificavam as surpresas com ambas a perderem por 1 a 0.

 

Paulo Bento, recorre aos habituais titulares e entram ao intervalo, João Moutinho, Miguel Veloso e Romagnoli para as saídas de Gladstone, Fernernud e Celsinho, notou-se uma clara melhoria no jogo do Sporting, a conseguir algumas oportunidades de golo e a chegar mesmo ao golo por intermédio de Liedson, numa jogada muito bonita e um belo golo. A partir daqui o Sporting voltou a baixar novamente de produção e com um remate do meio da rua (Tiago mal batido), o Fátima chegou a vantagem com que acabaria o jogo.

 

Camacho não fez grandes alterações ao intervalo tirando apenas Fábio Coentrão para a entrada de Yu dabao, mais tarde entrariam Mantorras (um regresso) e Freddy Adu e seria mesmo o Norte-americano que marcaria o golo da igualdade a passagem do minuto 94.

 

Conclusão da historia, os treinadores na minha opinião tem de perceber que rotatividade de plantel não é chegar a um determinado jogo, quer seja por ser contra uma equipa mais fraca ou para uma competição não tão importante, e tirar mais de metade de uma equipa, mas sim, alternar titulares (maioria) com jogadores menos utilizados, num maior numero de jogos possível, ou seja, com uma equipa constituída por jogadores menos utilizados nota-se mais a falta de qualidade (por alguma razão são suplentes, e as equipas portuguesas não têm o plantel do Real Madrid ou Manchester United que se dão ao luxo de deixar grandes estrelas no banco), falta de ritmo, falta de entrosamento e até falta de motivação, porque sabem que iram jogar aquele jogo e pouco mais.

publicado por desporto-global às 20:07
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